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14 de julho de 2011

Entender a realidade 







A solução não é de destruir a pessoa com atitudes más, mas não concordar com sua maldade e com seus atos destruidores.
A sabedoria é fundamental em tudo que realizamos na vida. Aliás, o mundo moderno está focalizado no saber, no conhecimento e no entender a essência das coisas. Ser sábio é aprender de Deus como estar aberto e misericordioso para com o mundo e as pessoas que nos envolvem.
Ser sábio é ter esperança diante daquilo que nos cerca e com que nos relacionamos. Isto não é fácil quando temos que nos adaptar às novas realidades sem perder as riquezas do passado. Em tudo isto não podemos perder de vista a justiça, a misericórdia e a solidariedade para com as pessoas.
No meio de tanta coisa boa que existe, colocada diante de nós, convivemos também com a violência, com as injustiças e desonestidades. É como a parábola do trigo plantado no campo e a presença do joio em seu meio. Os dois caminham um ao lado do outro, fato que deve acontecer até a colheita.
A solução não é de destruir a pessoa com atitudes más, mas não concordar com sua maldade e com seus atos destruidores. Num determinado momento, os dois vão ser separados e os seus destinos, certamente, serão diferentes, tendo com consequência os frutos daquilo que realizaram.
Muitos elementos ruins, seja de pessoas, como de seus atos, impedem o crescimento do bem. Toda a sociedade sofre. <img/r-760-600-80/conteudo/artigos/1433/semente.jpg>  <img/r-760-600-80/conteudo/artigos/1433/semente.jpg> Isto é comparado com a erva daninha, erva venenosa, que mata a todos que dela experimentam. É impressionante que não conseguimos impedir o seu crescimento.
O bem deve ser como uma semente pequena que nasce, cresce e fica grande. Apesar da presença do mal, muitas pessoas lutam para construir o bem e aquilo que valoriza a vida. É a meta de quem tem consciência de sua responsabilidade como pessoa, como cidadã e como cristã.
Estamos em tempo de muita impureza e corrupção moral, uma força como fermento que leveda a sociedade. É como putrefação, que contamina e destrói. A hora é de encontrar caminhos de construção, de luta por justiça e paz com esforço constante.



Fonte: www.bethania.com.br
Postado por: Yuri Guedes.

12 de julho de 2011

Você e Deus



Muitas pessoas, assoberbadas com as amarguras do caminho, não desejam mais pensar em Deus.Asseguram que se Deus existisse não permitiria tanto sofrimento na face da terra.Outras admitem a existência de Deus, mas estão certas de que ele não interfere na vida dos homens, deixando-os por conta do acaso.
Há, ainda, pessoas que se decepcionaram com os religiosos e por essa razão não querem mais saber de Deus.
São tantos os argumentos e tão distantes da realidade, que o Criador
nem leva em conta nossas infantilidades e continua regendo o universo
com justiça, amor e misericórdia.
No entanto, se você não acredita em Deus, isso não importa. O importante mesmo é que Deus possa acreditar em você.
Em verdade, você sempre está bem próximo de Deus, fazendo a sua parte
para a manutenção na harmonia do universo, mesmo sem se dar conta disso.
E ainda que não queira admitir, existe um vínculo muito estreito entre você e Deus.
Deus é o Criador.
Você, porém, pode colaborar na obra divina, na condição de co-criador.
Deus é o Pai.
Você, todavia, pode tornar-se genitor triunfante, contribuindo para o progresso do espírito em prol de todos.
Deus é o infinito.Você, sem embargo, pode, na sua finita posição, colaborar em prol da glória da vida nos corações que transitam na dor.
Deus é amor.
Você, entretanto, pode desdobrar os sentimentos e repartir as fortunas
da bondade que carrega, entre os necessitados que o cercam.
Deus é a perfeição.
Você, querendo, pode crescer, mediante o serviço nobre, lapidando suas
arestas, a fim de refletir-Lhe a grandeza no espelho da sua purificação.
Deus é a verdade.Você, desejando, conseguirá edificar a felicidade em toda parte, quando queira.
Deus é a harmonia.Você possui, igualmente, as melodias da excelsa beleza na pauta do
coração, podendo, também, cantar baladas de esperança e paz em seu nome.
Deus é vida.
Você não pode conceder a vida a ninguém, é certo, no entanto, poderá
salvar muitas vidas que perecem por falta de amparo e socorro.
Deus é a causa primeira.Você o traz dentro do coração. Desate-o e permita que em você a sua presença gere felicidade em derredor.


Postado por : Yuri Guedes.

11 de julho de 2011

Fazer o Bem por "Bem"


Uma pessoa não pode pensar em se esforçar por toda a vida em fazer aquilo que é considerado seu dever e ser fiel as suas promessas, pois não é possível "obrigar-se", a cada dia, a fazer alguma coisa, por mais nobre que seja (cedo ou tarde o equilíbrio ira se romper ate acabar em esgotamento nervoso), e porque quem faz o bem por obrigação, no fim das contas o faz mal. De qualquer forma, a virtude nada tem a ver com uma atitude psicológica forçada. O homem virtuoso, como lembra São Tomás, é uma pessoa que experimentou o gosto e o prazer da ação virtuosa ou a liberdade interior de fazer algo que o atrai cada vez mais. Justamente por isso, Agostinho reza: "Faze-nos amar, Senhor, aquilo que mandas”.



Postado por : Yuri Guedes.


7 de julho de 2011

A reconciliação exige aproximação



José do Egito, separado da família havia anos, voltou a se unir a ela num momento de necessidade. Ele, que havia sido vendido como escravo pelos próprios irmãos, precisou ter a primeira atitude de perdão. Nós também precisamos fazer isso.

José reconheceu seus irmãos, mas eles não o reconheceram. Ele havia se tornado um homem rico, vivia cercado de pessoas, mas o primeiro passo para se viver um momento de reconciliação é a privacidade. É isso o que tem faltado hoje em nossas casas. O espaço da reconciliação exige aproximação. A falta de perdão distancia a família. Se você está vivendo um momento em que precisa perdoar, é preciso restaurar sua casa. O primeiro passo para viver a reconciliação é a iniciativa de olhar novamente nos olhos.

Quando estamos de frente um com o outro, nos damos a conhecer. Não podemos dificultar o caminho do perdão. As nossas famílias estão ficando distantes dentro da própria casa, porque estamos nos esquecendo da importância do diálogo. Cada vez mais temos de investir tempo para falar de coisas do dia a dia. Você precisa olhar nos olhos do outro, chamá-lo para conversar.

Sabe quando o mundo vai perceber que o Reino de Deus está próximo? Quando este [Reino] começar dentro de sua casa.

Na Canção Nova aprendemos que uma família cresce e amadurece quando aprende a dar e a pedir perdão. A quem, na sua casa, você precisa dar perdão? A quem você precisa pedir perdão? Perdão é decisão, não sentimento. Não precisamos perdoar a quem nos dá flores; temos de perdoar a quem nos dá espinhos.

Para que o Reino de Deus aconteça na sua casa é preciso que você tenha a coragem de se reconciliar. Você vai ter de dar o primeiro passo de chamar a pessoa em questão para conversar. Se tivermos a coragem de ter o diálogo de cada dia, evitaremos a briga de cada mês.

Não podemos nos esquecer de que Jesus nos ensinou a rezar assim: “Perdoar as nossas ofensas assim como nós perdoarmos a quem nos tem ofendido”. Isso precisa acontecer dentro da sua casa.

Fonte: www.cancaonova.com
Postado por : Yuri Guedes

5 de julho de 2011

Dia 05 de julho de 2011, dia de:


Santo Antônio Maria Zacarias



Antônio Maria nasceu na rica família Zacarias, da tradicional nobreza italiana, na cidade de Cremona, em 1502. Era o filho único de Lázaro e Antonieta, e seu pai morreu quando ele tinha apenas dois anos de idade. Nessa ocasião não faltaram os pretendentes à mão da jovem viúva, que contava com dezoito anos de idade. Mas Antonieta preferiu afastar-se de todos. Tornou-se exemplo de vida austera, séria e voltada para a fé, dedicando-se exclusivamente à educação e formação do filho. E seu empenho ilustra a alma do homem que preparou para o mundo e para a Igreja.
Em pouco tempo, Antônio Maria era conhecido por sua inteligência precoce e, ao mesmo tempo, pela disposição à caridade e humildade. Contam os escritos que era comum chegar do colégio sem seu caro manto de lã, pois o deixava sobre os ombros de algum mendigo que estava exposto ao rigor do frio.
Ao completar dezoito anos de idade, doou toda sua herança para sua mãe, e foi estudar filosofia em Pávia e medicina em Pádua. Ao contrário dos demais estudantes, que pouco aprendiam e mais se dedicavam à vida de diversões das metrópoles, como em todas as épocas, Antônio Maria usava todo o seu tempo para estudar e meditar. Em vez de vestir-se como fidalgo, preferia as roupas simples e comportava-se com humildade.
Depois de formado, exerceu a medicina junto ao povo, cuidando principalmente dos que não tinham recursos. Conta a tradição que, além de curar os males do corpo, ele confortava as tristezas da alma de seus pobres pacientes.
Distribuía os remédios científicos juntamente com o conforto, a esperança e a paz de espírito. Finalmente, sua espiritualidade venceu a ciência e, em 1528, Antônio Maria ordenou-se sacerdote.
Com as bênçãos da mãe, que ficou feliz, mas sozinha, ele foi exercer seu apostolado em Milão. Ali, na companhia de Tiago Morigia e Bartolomeu Ferrari, fundou a Congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo, cujos membros ficaram conhecidos como "barnabitas", pois a primeira Casa da Ordem foi erguida ao lado da igreja de São Barnabé, em Milão. Depois, com apoio da condessa de Guastalla, Ludovica Torelli, fundou também a Congregação feminina das Angélicas de São Paulo e criou o Grupo de Casais, para os leigos. Toda a sua Obra se voltou à reforma do clero e dos leigos, reaproximando-os dos legítimos preceitos cristãos.
Tendo como modelo são Paulo, era também um devoto extremado da santa eucaristia. Foi o padre Antônio Maria que instituiu as "quarenta horas de adoração ao Santíssimo Sacramento", e também o soar dos sinos às quinze horas para indicar a Paixão de Jesus na cruz.
Durante uma de suas numerosas missões de oração e pregação que efetuava na Itália meridional, foi acometido pela epidemia que se alastrava na região. Não tinha ainda completado os trinta e sete anos de idade quando isto aconteceu. Como médico que era, sabia que a morte se aproximava, voltou então para os braços da dedicada mãe Antonieta.
Ele morreu, sob o teto da mesma casa onde nasceu, em 5 de julho de 1539, e foi canonizado em 1897. Tendo em vista a criação do Grupo de Casais, santo Antônio Maria Zacarias é considerado o pioneiro da Pastoral Familiar na história da Igreja.

Postado por : Yuri Guedes

30 de junho de 2011

dia 30 de junho dia dos:

Primeiros mártires do Cristianismo



Certo dia, um pavoroso incêndio reduziu Roma a cinzas. Em 19 de julho de 64, a poderosa capital virou escombros e o imperador Nero, considerado um déspota imoral e louco por alguns historiadores, viu-se acusado de ter sido o causador do sinistro. Para defender-se, acusou os cristãos, fazendo brotar um ódio contra os seguidores da fé que se espalharia pelos anos seguintes.
Nero aproveitou-se das calúnias que já cercavam a pequena e pouco conhecida comunidade hebraica que habitava Roma, formada por pacíficos cristãos. Na cabeça do povo já havia, também, contra eles, o fato de recusarem-se a participar do culto aos deuses pagãos. Aproveitando-se do desconhecimento geral sobre a religião, Nero culpou os cristãos e ordenou o massacre de todos eles.
Há registros de um sadismo feroz e inaceitável, que fez com que o povo romano, até então liberal com relação às outras religiões, passasse a repudiar violentamente os cristãos. Houve execuções de todo tipo e forma e algumas cenas sanguinárias estimulavam os mais terríveis sentimentos humanos, provocando implacável perseguição.
Alguns adultos foram embebidos em piche e transformados em tochas humanas usadas para iluminar os jardins da colina Oppio. Em outro episódio revoltante, crianças e mulheres foram vestidas com peles de animais e jogadas no circo às feras, para serem destroçadas e devoradas por elas.
Desse modo, a crueldade se estendeu de 64 até 67, chegando a um exagero tão grande que acabou incutindo no povo um sentimento de piedade. Não havia justificativa, nem mesmo alegando razões de Estado, para tal procedimento. O ódio acabou se transformando em solidariedade.
Os apóstolos são Pedro e são Paulo foram duas das mais famosas vítimas do imperador tocador de lira, por isso a celebração dos mártires de Nero foi marcada para um dia após a data que lembra o martírio de ambos.
Porém, como bem nos lembrou o papa Clemente, o dia de hoje é a festa de todos os mártires, que com o seu sangue sedimentaram a gloriosa Igreja Católica Apostólica Romana.


Postado por: Yuri Guedes

29 de junho de 2011

Conheço-te



Conheço teu medo,
a tua felicidade
e os teus sonhos.
Conheço tua estrada
e sei exatamente o teu destino.
Conheço-te por dentro...
E sem que tu tenhas que me pedir,
eu entendo o que tu queres.

Conheço o teu sorriso,
e sei tudo que está dentro do teu coração.
Conheço e te reconheço em qualquer lugar...
Sei do teu amor, da tua saudade,
dos sonhos que movimentam a tua vida
e da esperança que te faz lutar.
Amo-te pelo que tu és, e
para mim, és um ser valioso.
Amo-te, mesmo quando perdes
a confiança em Mim.
Amo-te, mesmo sem saberes...
Acompanho-te desde sempre!
Estou ao teu lado
mesmo quando pensas que Te abandonei...
Vibro em cada minuto da tua felicidade.
Choro com cada lágrima tua.
Sofro com toda a tua dor,
e Te estendo as mãos a todo momento,
embora muitas vezes teimes em não Me pedires ajuda,
mesmo assim, continuo a te proteger...
Conheço-te
e sei que és muito especial,
como é especial cada filho Meu,
mas cada um com as suas diferenças,
ainda assim o meu Amor é incondicional,
e ele é o maior Amor do mundo
Conheço-te,
porque eu te criei...
" Aquietai-vos, e sabei que Eu sou Deus."

Postado por : Yuri Guedes

28 de junho de 2011

29 de junho dia de:

Santo Irineu de Lyon


Padre da Igreja, grego de nascimento, filho de pais cristãos, nasceu na ilha de Esmirna, no ano 130. Foi discípulo de Policarpo, outro Padre e santo da Igreja. Dele Irineu pôde recolher ainda viva a tradição apostólica, pois Policarpo fora consagrado bispo pelo próprio João Evangelista, o que torna importantíssimos os seus testemunhos doutrinais.
Muito culto e letrado em várias línguas, Irineu foi ordenado por são Policarpo, que o enviou para a Gália, atual França, onde havia uma grande população de fiéis cristãos procedentes do Oriente. Lá, trabalhou ao lado de Fotino, o primeiro bispo de Lyon, que, em 175, o enviou a Roma para, junto do papa Eleutério, resolver a delicada questão doutrinal dos hereges montanistas. Esses fanáticos, vindos do Oriente, pregavam o desprezo pelas coisas do mundo, anunciando o breve retorno de Cristo para o juízo final.
Contudo tanto o papa quanto Irineu foram tomados pela surpresa da bárbara perseguição decretada pelo imperador Marco Aurélio. Rapidamente, em 177, ela atingiu a cidade de Lyon, ocasionando o grande massacre dos cristãos, todos mortos pelo testemunho da fé.
Um ano depois, Irineu retornou a Lyon, onde foi eleito e aclamado sucessor do bispo mártir, Fotino. Nesse cargo ele permaneceu vinte e cinco anos. Ocupou-se da evangelização e combateu, principalmente, a heresia dos gnósticos, além das outras que proliferavam nesses primeiros tempos. Obteve êxito, junto ao papa Vitor I, na questão da comemoração da festa da Páscoa, quando lhe pediu que atuasse com moderação para manter a união entre a Igreja do Ocidente e a do Oriente.
A sua obra escrita mais importante foi o tratado "Contra as heresias", onde trata da falsa gnose, e depois, de todas as outras heresias da época. O texto grego foi perdido, mas existem as traduções latina, armênia e siríaca.
Importante não só do lado teológico, onde expôs já pronta a teoria sobre a autoridade doutrinal da Igreja, mas ainda do lado histórico, pois documentou e nos apresentou um quadro vivo das batalhas e lutas de então.
Mais tarde, um outro tratado, chamado "Demonstração da pregação apostólica", foi encontrado inteiro, numa tradução armênia. Além de vários fragmentos de outras obras, cartas, discursos e pequenos tratados.
Irineu morreu como mártir no dia 28 de junho de 202, em Lyon, e sua festa litúrgica ocorre nesta data. As relíquias de santo Irineu estão sepultadas, junto com os mártires da Igreja de Lyon, na catedral desta cidade.



Fonte: www.bethania.com.br
Postado por : Yuri Guedes

27 de junho de 2011

Desterre seus traumas

 

Muitas vezes, semeamos traumas dentro de nós e que depois vêm à tona. Existem sementes que germinam de um dia para o outro, mas existem sementes que levam anos para que isso aconteça. São Paulo, em sua carta, diz que há também em nossa vida espiritual sementes de mágoas e de traumas que caíram em nosso coração e foram enterradas e, muitas vezes, o que tentamos fazer é esquecê-los [mágoas e traumas]. É preciso trazer à luz a experiência que vivemos consciente ou inconscientemente e que está guardada em nós, gerando vícios. Lembremos que todos os vícios têm como raiz um trauma.
Quando se estabelece o pecado em nós, gerando mais pecados, isso é sinal de trauma que precisa ser desenterrado. Não é fácil tocar nesses traumas; é doloroso, mas também necessário para a cura. Todo processo de arrancar é doloroso, não é rápido, automático.
Nós estamos mal-acostumados com meios fáceis e rápidos, como o celular, o avião, o controle remoto e em tudo queremos rapidez. Corremos o risco de pensar que com as realidades espirituais e afetivas acontecem da mesma forma, e, na verdade, os traumas só são curados a partir de uma decisão pessoal.
Trauma é aquilo que na hora traumatiza, e por isso é mais fácil esconder e dizer "um dia melhora"; quando na verdade além de não sarar complica. Primeiro, você tem que tomar a decisão de querer tocar na ferida, consciente de que se não desinfetá-la vai complicar ainda mais.
O grande problema dos adultos é pensar que as crianças não sentem e não explicam muitas coisas a elas, sendo que entendem tudo. Nós adultos temos rejeições; os idosos também e começam a viver do passado por se sentirem rejeitados no tempo presente. Você que é idoso não tenha vergonha da sua idade, aceite a forma que você é.
1° passo: Aceite-se do jeito que você é hoje, sem isso não há transformação, pois, se você não se aceita você não se ama. Diante de Deus, até diante do seu espelho diga "Eu me aceito do jeito que eu sou".
2° passo: Na sua cama, deite um pouco mais cedo e reze com o seu corpo. Respire fundo e comece a concentrar-se, lembre-se do seu pé, aceitando-o, ame-o e cuide dele. Aceite a sua perna, seu joelho e, assim, todo o seu corpo. É uma oração para curar também os traumas trazidos da sexualidade. Quem aceita ama e quem ama cuida.

Fonte: www.bethania.com.br (Livro:  Eles são curados a partir de uma decisão pessoal.Pe.Léo, SCJ)

Postado por: Yuri Guedes

22 de junho de 2011

22 de junho, dia de:

São Tomás More



Tomás More nasceu em Chelsea, Londres, na Inglaterra, no ano de 1478. Seus pais eram cristãos e educaram os filhos no seguimento de Cristo. Aos treze anos de idade, ele foi trabalhar como mensageiro do arcebispo de Canterbury, que, percebendo a sua brilhante inteligência, o enviou para a Universidade de Oxford. Seu pai, que era um juiz, mandava apenas o dinheiro indispensável para seus gastos.

Aos vinte e dois anos, já era doutor em direto e um brilhante professor. Como não tinha dinheiro, sua diversão era escrever e ler bons livros. Além de intelectual brilhante, tinha uma personalidade muito simpática, um excelente bom humor e uma devoção cristã arrebatadora. Chegou a pensar em ser um religioso, vivendo por quatro anos num mosteiro, mas desistiu. Tentou tornar-se um franciscano, mas sentiu que não era o seu caminho. Então, decidiu pela vocação do matrimônio. Casou-se, teve quatro filhos, foi um excelente esposo e pai, carinhoso e presente. Mas sua vocação ia além, estava na política e literatura.

Contudo Tomás nunca se afastou dos pobres e necessitados, os quais visitava para melhor atender suas reais necessidades. Sua casa sempre estava repleta de intelectuais e pessoas humildes, preferindo a estes mais que aos ricos, evitando a vida sofisticada e mundana da corte. Sua esposa e seus filhos o amavam e admiravam, pelo caráter e pelo bom humor, que era constante em qualquer situação. A sua contribuição para a literatura universal foi importante e relevante. Escreveu obras famosas, como: "O diálogo do conforto contra as tribulações", um dos mais tradicionais e respeitados livros da literatura britânica. Outros livros famosos são "Utopia" e "Oração para o bom humor".

Em 1529, Tomás More era o chanceler do Parlamento da Inglaterra e o rei, Henrique VIII.
No ano seguinte, o rei tentou desfazer seu legítimo matrimônio com a rainha Catarina de Aragão, para unir-se em novo enlace com a cortesã Ana Bolena. Houve uma longa controvérsia a respeito, envolvendo a Igreja, a Inglaterra e boa parte do mundo, que acabou numa grande tragédia. Henrique VIII casou com Ana, contrariando todas as leis da Igreja que se baseiam no Evangelho, que reconhece a indissolubilidade do matrimônio. Para isso usou o Parlamento inglês, que se curvou e publicou o Ato de Supremacia, que proclamava o rei e seus sucessores como chefes temporais da Igreja da Inglaterra.

A seguir, o rei mandou prender e matar seus opositores. Entre eles estavam o chanceler Tomás More e o bispo católico João Fisher, as figuras mais influentes da corte. Os dois foram decapitados: o primeiro foi João, em 22 de junho de 1535, e duas semanas depois foi a vez de Tomás, que não aceitou o pedido de sua família para renegar a religião católica, sua fé e, ainda, fugir da Inglaterra.

Ambos foram mártires na Inglaterra, os quais, com o testemunho cristão, combateram a favor da unidade da Igreja Católica Apostólica Romana, num tempo de violência e paixão. Suas lembranças continuam vivas em verso e prosa, nos teatros e nos cinemas. Seus exemplos são reverenciados pela Igreja, pois eles foram canonizados na mesma cerimônia pelo papa Pio XI, em 1935, que indicou o dia 22 de junho para a festa de ambos.

São Tomás More deixou registrada a sua irreverência àquela farsa real por meio da declaração pública que pronunciou antes de morrer: "Sedes minhas testemunhas de que eu morro na fé e pela fé da Igreja de Roma e morro fiel servidor de Deus e do rei, mas primeiro de Deus. Rogai a Deus a fim de que ilumine o rei e o aconselhe". O papa João Paulo II, no ano 2000, declarou são Tomás More Padroeiro dos Políticos.


Fonte: www.bethania.com.br

Postado por: Yuri Guedes

20 de junho de 2011

20 de junho dia de :

Margarida Ebner



Margarida pertencia à família Ebner, muito rica e respeitada, da aristocracia alemã. Ela entrou no Mosteiro de Maria Santíssima em Medingen, da diocese de Augusta, e tinha apenas quinze anos de idade quando vestiu o hábito dominicano.

Depois, de 1314 até 1326, sofreu diversas e graves enfermidades, as quais quase a levaram ao fim da vida. Mais tarde, por causa da guerra, a comunidade monástica dispersou-se e Margarida voltou para a casa paterna, na qual continuou a viver totalmente reclusa, dedicada à oração e à penitência.

Quando tudo retornou ao normal, ela voltou para a clausura daquele mesmo mosteiro. Em 1332, conheceu o sacerdote Henrique Susso, hoje também santo, que logo se tornou o seu diretor espiritual. As duras provações físicas por que passou lhe proporcionaram adquirir os dons das revelações, das visões e das profecias. Tanto assim que ela escreveu em seu diário que no dia 1o de novembro de 1347 foi recebida em matrimonio espiritual por Jesus.
Margarida Ebner foi, sem dúvida, a figura central do movimento espiritual alemão dos "amigos de Deus". A sua espiritualidade segue o ano litúrgico e concentra-se na pessoa de Jesus Cristo.

O seu diário espiritual, escrito de 1312 até 1348, que chegou até os nossos dias, revela a vida humilde, devotada, caritativa e confiante em Deus de uma religiosa provada por muitas penas e doenças. Ela que viveu e morreu no amor de Deus, fiel na certeza de encontrar-se em plena comunhão com seu Filho Jesus, como sempre dizia: "Eu não posso separar-me de ti em coisa alguma". A beleza dessa alma inocente foi toda interior.

A santa humanidade de Jesus foi o divino objeto da sua constante e amorosa contemplação e nela reviveu os vários mistérios no exercício da virtude, no holocausto ininterrupto dela mesma, no sofrimento interno e externo, todo aceito e ofertado com Jesus, para Jesus e em Jesus. Margarida Ebner morreu no dia 20 de junho de 1351, no Mosteiro de Medingen, onde foi sepultada.

Sem dúvida, entre os grandes místicos dominicanos do século XIV, brilha a suave figura desta religiosa de clausura que conquistou o apelido de "Imitadora Fiel da Humanidade de Jesus". Em 1979, o papa João Paulo II ratificou o seu culto com sua beatificação, cuja festa "ad imemorabili" o mundo católico reverencia no dia do seu trânsito.



Fonte: www.bethania.com.br


Postado por: Yuri guedes

18 de junho de 2011

Gregório João Barbarigo




Gregório João Barbarigo nasceu em Veneza, no dia 16 de setembro de 1625, numa família rica da aristocracia italiana. Aos quatro anos de idade ficou órfão de mãe, sendo educado pelo pai, que encaminhou os filhos no seguimento de Cristo. Foi tão bem sucedido que Gregório, aos dezoito anos de idade, era secretário do embaixador de Veneza.

Em 1648, acompanhou o embaixador à Alemanha para as negociações do Tratado de Vestefália, referente à Guerra dos Trinta Anos. Na ocasião, conheceu Fábio Chigi, o núncio apostólico, que o orientou nos estudos e o encaminhou para o sacerdócio.

Quando o núncio foi eleito papa, com o nome de Alexandre VII, nomeou Gregório Barbarigo cônego de Pádua; em 1655, prelado da Casa pontifícia e dois anos mais tarde foi consagrado bispo de Bérgamo. Finalmente, em 1660, tornou-se cardeal.

O papa sabia o que estava fazendo, pois as atividades apostólicas de Gregório Barbarigo marcaram profundamente a sua época. Dotou o seminário de Pádua com professores notáveis, provenientes não só da Itália, mas também de outros países da Europa, aparelhando a instituição para o estudo das línguas orientais. E fundou uma imprensa poliglota, uma das melhores que a Itália já teve.

Pôde desenvolver plenamente seu trabalho pastoral, fundando escolas populares e instituições para o ensino da religião, para orientação de pais e educadores. Num período de peste, fez o máximo na dedicação ao próximo. Cuidou para estender a assistência à saúde para mais de treze mil pessoas.

Gregório Barbarigo fundou, ainda, inúmeros seminários, que colocou sob as regras de são Carlos Borromeu, e constituiu a Congregação dos Oblatos dos Santos Prosdócimo e Antônio. Foi um dos grandes pacificadores do seu tempo, intervindo, pessoalmente, nas graves disputas políticas de modo que permanecessem apenas no campo das idéias.

Depois de executar tão exuberante obra reformista, morreu em Pádua no dia 18 de junho de 1697. Foi canonizado por seu conterrâneo, o papa João XXIII, em 1960, que, como afirmou no seu discurso na solenidade, elevou são Gregório João Barbarigo ao posto que ele merecia ocupar na Igreja.


Postado por Yuri Guedes

17 de junho de 2011

17 de junho dia de:

São Ranieri de Pisa



A cidade de Pisa era, nos séculos XI e XII, um importante pólo comercial marítimo da Itália, que contribuía também no combate aos piratas sarracenos. Assim, paralelamente, ao burburinho dos negócios, a vida mundana da corte era exuberante e tentadora, principalmente para os mais jovens.

Foi nessa época, no ano 1118, que Ranieri Scacceri nasceu em Pisa. Era filho único de Gandulfo e Emengarda, ambos de famílias tradicionais de nobres mercadores riquíssimos. A sua educação foi confiada ao bispo de Kinzica, para que recebesse boa formação religiosa e para os negócios. Porém Ranieri, mostrando forte inclinação artística, preferiu estudar lira e canto. E para desgosto dos pais e do bispo, seu tutor, ele se entregou à vida fútil e desregrada, apreciando as festas da corte onde se apresentava. Com isso, tornou-se uma figura popular e conhecida na cidade de Pisa.

Aos dezenove anos de idade, impressionado com a vida miserável dos pobres da cidade e percebendo a inutilidade de sua vida, decidiu mudar. Contribuiu para isso o encontro que teve com o eremita Alberto da Córsega, que o estimulou a voltar para a vida de valores cristãos e a serviço de Deus. Foi assim que Ranieri ingressou no Mosteiro de São Vito, em Pisa, apenas como irmão leigo.

Depois de viver, até os vinte e três anos de idade, recolhido como solitário, doou toda a sua fortuna aos pobres e necessitados e partiu em peregrinação à Terra Santa, onde permaneceu por quase quatorze anos. Viajou por todos os lugares santos de Jerusalém, Acre e outras cidades da Palestina, conduzindo a sua existência pelo caminho da santidade. Foi nessa ocasião que sua virtude taumatúrgica para com os pobres passou a manifestar-se. Vestido com roupas pobres, vivendo só de esmolas, Ranieri lia segredos nos corações, expulsava demônios, realizava curas e conversões.

Já com fama de santidade, em 1154 retornou a Pisa e ao Mosteiro de São Vito, mas sempre como irmão leigo. Em pouco tempo, tornou-se o apóstolo e diretor espiritual dos monges e dos habitantes da cidade. Segundo os registros da Igreja, os seus prodígios ocorriam por meio do pão e da água benzidos, os quais distribuía a todos os aflitos que o solicitavam, o que lhe valeu o apelido de "Ranieri d'água".

Depois de sete anos do seu regresso da longa peregrinação, Ranieri morreu no dia 17 de junho de 1161. E desde então os milagres continuaram a ocorrer por sua intercessão, por meio da água benzida com sua oração ou colocada sobre sua sepultura.

Canonizado pelo papa Alexandre III, são Ranieri de Pisa foi proclamado padroeiro dos viajantes e da cidade de Pisa. A catedral dessa cidade conserva suas relíquias, que são veneradas no dia de sua morte.


Fonte: www.bethania.com.br

Postado por : Yuri Guedes

16 de junho de 2011

Saber esperar



A vida deixa de ter sentido quando não sabemos para onde estamos indo, o que queremos, a quem queremos... No entanto, todas estas realidades juntas não podem preencher nossos corações se com elas não tivermos Deus como o centro e motivo primeiro de nossa existência.
Fora disto, tudo o mais que conquistarmos terá seu tempo e seu momento por mais agradável que possa ser. Tudo na vida passa... Mesmo as melhores coisas e sentimentos. Faz parte de nossa realidade a perda e a conquista, em todas as intâncias de nossa vida.
O que precisamos é aprender e entender que, às vezes, algo não possa acontecer da forma como idealizamos. Nem tudo está ao alcance de nossas mãos, isto é, há realidades que não dependem unicamente de nós. Nesses momentos, cabe-nos apenas esperar em Deus e acreditar que o melhor será feito. Ainda que o melhor - num primeiro momento - nos pareça duro de aceitar... "Tudo tem seu tempo e seu momento debaixo do céu."




Postado por : Yuri Guedes

15 de junho de 2011

15 de Junho dia de:

Albertina Berkenbrock


"Albertina foi uma menina que ousou ser santa." Foi com essas palavras que Dom Jacinto Bergmann, bispo da diocese de Tubarão - Santa Catarina -, referiu-se a ela na cerimônia de sua beatificação.

Albertina Berkenbrock nasceu dia 11 de abril de 1919, no povoado de São Luís, município de Imaruí no Estado de Santa Catarina, Brasil.

Filha de um casal de agricultores - Henrique Berkenbrock e Josefa Boeing - fervorosos católicos oriundos de famílias alemães, com eles ela aprendeu as verdades da fé, a rezar, a freqüentar a igreja e a respeitar os mandamentos de Deus. Cultivou especial devoção a Virgem Maria e a São Luiz Gonzaga. Recitava diariamente o rosário com a família. Preparou-se com alegria para a Primeira Eucaristia que recebeu no dia 16 de agosto de 1928.

Foi neste ambiente simples, belo e cristão de sua família que Albertina cresceu. Ajudava os pais nos trabalhos da roça e em casa. Era dócil, obediente, incansável, e paciente.
Sua caridade era grande. Gostava de acompanhar as meninas mais pobres, de jogar com elas e com elas dividir o pão que trazia de casa para comer no intervalo das aulas. Teve especial caridade com os filhos do seu assassino, que trabalhava na casa do seu pai. Muitas vezes Albertina deu de comer a ele e aos filhos pequenos, com os quais se entretinha alegremente. Albertina, apesar de seus 12 anos, aparentava mais idade e tinha um corpo já bastante desenvolvido. Era alta e forte, acostumada ao sol e aos trabalhos da roça. Tinha cabelos louros tendendo ao castanho, olhos verde-escuros. Era uma bonita moça.

Tudo corria normalmente até que chegou o dia 15 de junho de 1931.
Perdera-se um boi pelos pastos. Albertina saiu a procura a pedido dos pais. De longe, Maneco Palhoça - ou Indalício Cipriano Martins, que planeja conquistar a menina para seus intentos eróticos, a avistou.

Albertina procurava o boi fugitivo. De repente viu ao longe alguns chifres e correu naquela direção. Para sua surpresa, porém, encontrou perto deles Maneco carregando feijão na carroça. À pergunta de Albertina pelo boi desaparecido, o homem lhe deu uma pista falsa para encaminhá-la ao lugar onde poderia satisfazer seus desejos sem chamar atenção.

Albertina seguiu a indicação de Maneco e embrenhou-se pela mata. Repentinamente deu de cara com Maneco. Ficou petrificada. Sozinha, no mato, com aquele homem na frente! Ainda naquela manhã ela levara comida a seus filhos, como fazia sempre. Havia certa familiaridade entre Albertina e Maneco: ela o chamava de "Maneco preto", como todo mundo, sem que ele se ofendesse.

Maneco lhe propôs seus intentos. Albertina, decidida, não aceitou. Começou então, a tentativa do assassino de se apossar de Albertina, mas ela não se deixou subjugar. A menina é forte. Aos pontapés se defendeu, derrubou o assassino. A luta foi longa e terrível. Ela não cedeu. Maneco, derrotado moralmente pela menina, vingou-se, agarrou-a pelos cabelos e afundou o canivete no pescoço e a degolou. Seu corpo ficou manchado de sangue... Sua pureza e virgindade, porém, ficaram intactas.

Aos 12 anos de idade, Albertina foi assassinada porque quis preservar a sua pureza espiritual e corporal e defender a dignidade da mulher por causa da fé e da fidelidade a Deus. E ela o fez heroicamente como verdadeira mártir. O martírio e a conseqüente fama de santidade espalharam-se rapidamente.

A cerimônia de beatificação de Albertina foi realizada em Tubarão - Santa Catarina . Contou com a presença do bispo local, Dom Jacinto Bergman; presidiu a cerimônia o cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Estavam presentes cerca de 20 mil pessoas, na praça da Catedral de Tubarão, além de dezenas de bispos e sacerdotes.

Após a leitura da biografia e a solicitação de beatificação, feita por Dom Jacinto Bergman, o cardeal Saraiva Martins leu o decreto de Bento XVI, que inscrevia oficialmente Albertina no catálogo dos bem-aventurados.

Albertina está viva mais do que nunca. Primeiro porque vive em Deus, imersa na paz e na felicidade sem fim. Depois porque vive no coração de seus parentes, amigos e devotos.


Fonte: www.bethania.com.br

Postado por: Yuri Guedes

14 de junho de 2011


O verdadeiro amigo


Certa feita, um jovem cheio de planos e sonhos estava se sentindo muito sozinho e abandonado, cansado por conta de sua rotina, aos poucos ele estava perdendo a sua fé e sofrendo uma grande pressão, pois nunca conseguia vencer as batalhas dentro de si mesmo. Mui irritado e pressionado acabou fazendo o pior, colocou em sua cabeça que iria desistir de tudo, desanimou então de todo o caminho que já havia percorrido, e passou horas condenando-se de seus erros, e a chorar diante de todas as suas misérias.
Então ligou a TV, e viu um desenho animado, cujo personagem era um jovem muito bonito e rico, este tinha tudo o que queria materialmente, mas era vazio por dentro, e por essa razão, sofria, por sentir que sua vida não fazia sentido.
Ele se identificou com o personagem, e olhou para dentro de si, fechou os olhos, e começou a dizer:
-Eu quero:
Alguém que acredita em mim, nos meus sonhos, em tudo mesmo que eu faço.
Alguém que sonhe junto comigo, e me ajude a realizar tudo que tenho dentro do meu coração.
Alguém que seja um grande amigo, que nunca desista de mim.
Alguém que seja fiel, e me fale coisas lindas.
Alguém que seja lindo e sábio demais.
Alguém que nunca desiste de mim.
Alguém que me de ânimo.
Alguém que me  ajude.
Alguém que nunca julgue.
Alguém que me ame de uma maneira inexplicável.
Alguém que me mostre todo o mundo, nas pequenas coisas.
Alguém que faça de tudo para mim.
Alguém que não me deixe sozinho.
Alguém que enxuga  todas as minhas lagrimas.
Alguém que me faça sorrir.
Alguém que revigore as minhas forças.
Alguém que me faça ter novas idéias.
Alguém que me coloque em seus planos.
Alguém que me cure e me liberte.
Alguém que me perdoe sempre que eu errar.
Alguém que sempre esteja disposto á recomeçar do (zero) quando assim for preciso.
Alguém que tenha esperança em mim todos os dias.
Alguém que me faça feliz.
Alguém que me da vestes novas.
Alguém que me da ajude a vencer.
Alguém me ajude a  descobrir a verdadeira alegria.
Alguém que me mostre coisas novas.
Alguém que me ensine a entender o que para mim é difícil.
Alguém que me inspire coisas novas todo o tempo dentro de mim.
Alguém que com o seu olhar me traga a paz que necessito.
Alguém que com suas palavras me faça florir a coragem.
Alguém que realmente em todo o tempo pensa em mim.
Alguém que tenha paciência comigo.
Alguém que me entenda.
Alguém que me escute.
Alguém que quando eu cair,me levante.
Alguém que me de carinho.
Alguém que realmente supra todas as minhas necessidades.
Alguém que vença por mim.
Alguém que se entregue unicamente a mim por amor, amando aquilo o que eu sou , sim [...], aquilo que eu realmente sou, sem tirar ou colocar coisa alguma.
Alguém que me veja de um jeito puro, por mais que eu seja sujo.
Alguém que é legal, e vá até o final comigo.
Alguém que não vê as dificuldades mais olha para a vitória.
Alguém que esta do meu lado, sempre e sempre.
Alguém que eu não consiga mais viver sem.
Alguém que me olhe com orgulho.
Após ele ter falado todas essas palavras, o seu coração começa a pulsar mais forte, e ele se sente fortalecido, e escuta uma voz em seu coração dizendo:


Ta vendo aquele jovem lá em baixo?
Logo ele estará aqui conosco celebrando a maior vitória de todas, ele  é um dos meus favoritos, olha como ele é lindo...
Se ele soubesse como eu torço pela felicidade dele.
Eu me orgulho tanto dele, cuido dele em todos os momentos;
Amo ele com todas as minhas forças, não me importa  quando ele cai e erra .Fico grandiosamente feliz quando ele se levanta, decidido e tenta de novo.
Farei o impossível para que ele seja muito feliz, jamais desistirei dele, sinto um carinho por ele que as palavras não são capazes de descrever, ele é o meu melhor amigo, e o carrego dentro do meu coração.

Esse alguém está agora dentro do seu coração, torcendo por você...
E falando:
-Vamos tentar de novo? Desta vez iremos conseguir!

O nome desse "Alguém" é Jesus.

O que ele significa na sua vida? [..]


Escrito por : Yuri Guedes

13 de junho de 2011

Oferecer a outra face




Quando falou que se alguém nos batesse numa face, deveríamos oferecer a outra, Jesus expressou um grandioso ensinamento que, se levado em conta, teríamos a solução para todas as situações desagradáveis que surgissem em nossa vida. Oferecer a outra face não quer dizer dar o rosto para bater. É uma metáfora que sugere que se a situação nos chega de forma desagradável, devemos mostrar a face oposta. Dar a outra face é mudar a paisagem, é uma ação positiva diante de uma negativa. Assim, quando todos atiram pedras, ofereça uma flor. Quando todos caminham para o lado errado, mostre o passo certo. Se tudo estiver escuro, se nada puder ser visto, acenda você uma luz, ilumine as trevas com uma pequena lâmpada. Quando todos estiverem chorando, dê o primeiro sorriso; não com lábios sorridentes, mas com um coração que compreenda, com braços que confortem. Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho, ensine, começando por aprender, corrigindo-se a si mesmo. Quando alguém estiver angustiado, mostre-lhe a face do conforto. Se encontrar alguém em desespero, acene com a esperança, mesmo que isso seja um desafio para você mesmo. Quando a terra dos corações estiver seca, que sua mão possa regá-las. Quando a flor do afeto estiver sufocada pelos espinhos da incompreensão, que sua mão saiba arrancar a praga, afagar a pétala, acariciar a flor. Onde haja portas fechadas para o entendimento, leve a chave da concórdia e da compreensão. Onde o vento sopra, frio, enregelando corações, que o calor de sua alma seja proteção e abrigo. Se alguém caminha sem rumo, mostre-lhe as pegadas que conduzem a um porto seguro. Onde a crítica azeda for o assunto principal, ofereça uma palavra de otimismo, um raio de esperança, uma luz que rompe as trevas e clareia o ambiente mental. Quando todos parecerem perdidos, mostre o caminho de volta. Quando a face da solidão se mostrar como única alternativa na vida de alguém, seja uma presença que conforta, ainda que uma presença silenciosa. Onde o manto escuro da morte se apresenta como um beco sem saída, fale da vida exuberante que aguarda os seres que fazem a passagem pela porta estreita do túmulo. Seja você a oferecer a face sorridente e otimista da vida, onde a tristeza e o pessimismo marcam presença.


Postado por : Yuri Guedes

10 de junho de 2011

Não discutir


Um dos grandes segredos para sermos felizes é saber enfrentar os problemas com maturidade e serenidade. Se você quer ser feliz, não deixe que nada de negativo invada seu coração. Procure viver a reagir com naturalidade. É claro que vamos nos sentir magoados quando alguém nos ofender. Mas, como já sabemos, é preciso ter serenidade e maturidade diante das críticas e ofensas.
Infelizmente, a maioria das pessoas acha que precisa ter sempre razão acerca de tudo. E isso também tira-lhes a paz interior, pois, sentem-se forçadas a argumentar até as últimas conseqüências. Aí está a causa de tantas brigas, discussões e contendas. Não precisamos ter sempre a última palavra. O outro também pode ter razão; talvez estejamos enganados. Talvez o outro precise de um reforço positivo, talvez também tenha necessidade de se superar. São argumentos que nos ajudam a não perdermos a paz com discussões idiotas.
A Bíblia nos diz que Jesus não discutia nunca. Ele simplesmente respondia, ocultava-se de seus adversários ou se retirava. Em meio a uma discussão que não levaria a nada, “ocultou-se deles” (cf. Jo 12,36). Jesus sabia quem era, a verdade que possuía e a importância de Sua missão. Por isso mesmo, ao ser uma vez agredido, “passando por eles, retirou-se” (cf. Lc 4,30). Ele nunca contestava. Jamais precisou argumentar: "Só saio daqui quando provar que sou o Filho de Deus". Ele sabia que o era.
Essa é uma das grandes ações que podemos e devemos experimentar. Tenho procurado realizar isso em minha vida e tenho percebido, cada vez mais, que os frutos são muito positivos. Por que vou perder tempo tentando me defender? Ora, quando uma pessoa nos acusa, ela o faz por motivos interiores. Ou a estamos incomodando ou questionando algum comportamento seu com nossa atitude. Então ela passa para a defensiva e procura nos provocar. Tristes daqueles que aceitam a provocação. Acabam se nivelando à provocação.
Para manter a paz interior é preciso muito mais que algumas pistas psicológicas. É preciso ter o coração curado. A cura interior nos revela quem somos. Mostra-nos que não precisamos provar nada a ninguém. Basta que saibamos, com humilde e serenidade, diante de Deus, e diante de nós mesmos, quem somos de fato. A cura interior nos ajuda também a mudar o que em nós precisa ser mudado.


Fonte: http://www.bethania.com.br/      (Trecho extraído do livro: "Seja feliz todos os dias"Pe Léo).
Postado por : Yuri Guedes 


9 de junho de 2011

"Sede Sóbrios"


“ O diabo brinca com nossa mente e luta para que pensemos erradamente sobre as decisões que tomamos.Por meio de suas mentiras camufladas de verdade, ele nos tenta, a fim de que admitamos que preto seja branco e vice-versa. Apresenta o bem como mal e o mal como bem”.

O INFERNO EXISTE  

                                                          Pedro Cápitulo.5 - Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós. O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vos fortificará.A ele o poder na eternidade! Amém.



Nesta batalha espiritual é necessário que você renove sua forças buscando o auxílio do Espírito Santo, esteja vivendo os sacramentos, o Santo Terço, o Jejum, a Eucarístia[..]  "e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;” (Ef. 6:17)


"Vigiai em todo tempo e orai para que podeis escapar das ciladas do inimigo".






 Felizes os que guardam os mandamentos de Deus e lhe obedecem de todo o coração!
(Salmos 119. 2)


Postado por : Yuri Guedes

8 de junho de 2011

Anunciar a Vida Nova

Compreendamos aos outros em suas lutas e dificuldades interiores para sermos compreendidos em nossas dificuldades. O desafio da vida interior está, justamente, na “medida” que intentamos colocar como referência, a partir de nós mesmos, à vida dos outros.
Mensurar a vida alheia a partir de nós mesmos nunca poderá representar um caminho de justiça, visto que cada um de nós tem a sua própria história. Jesus nunca olhava o passado de ninguém. Ele, apenas, acolhia e oportunizava um recomeço a todos que desejavam viver vida nova através da experiência de fé que faziam por meio de suas palavras...
Na festa da Anunciação, nossa experiência de fé deveria nos fazer questionar: “O que temos anunciado às pessoas por meio de nossas palavras, nosso testemunho de vida?”




Fonte : http://www.bethania.com.br/

Postado por : Yuri Guedes

7 de junho de 2011

Dia 07/06 dia de :

Santo Antônio Maria Gianelli-
1789-1846


Antônio Maria Gianelli nasceu em Cereta, perto de Chiavari, na Itália, no dia 12 de abril de 1789, ano da Revolução Francesa. A seu modo, foi também um revolucionário, pois sacudiu as instituições da Igreja no período posterior ao "furacão" Napoleão Bonaparte.

Sua família era de camponeses pobres e nesse ambiente humilde aprendeu a caridade, o espírito de sacrifício, a capacidade de dividir com o próximo. Desde pequeno era muito assíduo à sua paróquia e foi educado no seminário de Genova, onde ingressou em 1807.

Aos vinte e três anos estava formado e ordenado sacerdote. Lecionou letras e retórica e sua primeira obra a impressionar o clero foi um recital organizado para recepcionar o novo bispo de Genova, monsenhor Lambruschini. Intitulou o recital de "Reforma do Seminário". Assim, tranqüilo, direto e com poucos rodeios; defendia a nova postura na formação de futuros sacerdotes. A repercussão foi imediata e frutificou durante todo o período da restauração pós-napoleônica.

Entre os anos de 1826 e 1838 foi o pároco da igreja de Chiavari, onde continuou intervindo com inovações pastorais e a fundação de várias instituições, entre elas seu próprio seminário. Em 1827, criou uma pequena congregação missionária para sacerdotes, que colocou sob a proteção de santo Afonso Maria de Ligório, destinada a aprimorar o apostolado da pregação ao povo e à organização do clero.

Depois, fundou uma feminina , de caráter beneficente, cultural e assistencial, para a qual deu um nome pouco comum, "Sociedade Econômica", e entregou-a às damas da caridade, destinada à educação gratuita das meninas carentes. Era, na verdade, o embrião da congregação religiosa que seria fundada em 1829, as "Filhas de Maria Santíssima do Horto", depois chamadas de "Irmãs Gianellinas".

Em 1838, foi nomeado bispo de Bobbio. Com a ajuda dos "padres ligorianos", reorganizou sua própria diocese, punindo padres pouco zelosos e até mesmo expulsando os indignos.

Também reconstituiu a pequena congregação com o nome de "Oblatos de Santo Afonso Maria de Ligório".
Aos cinqüenta e sete anos, morreu no dia 7 de junho de 1846, em Piaceza. Na obra escrita que deixou, expõe seu pensamento "revolucionário": a moralidade do clero na vida simples e reta de trabalho no seguimento de Cristo.

Reacionária para aqueles tempos tão corrompidos pelo fausto napoleônico das cortes que oprimiam o povo cada vez mais miserável. Portanto um tema atual, que deve ser lembrado, sempre, nas sociedades de qualquer tempo.
Antônio Maria Gianelli foi canonizado por Pio XII em 1951 e suas instituições femininas ainda hoje florescem, principalmente na América Latina. Por esse motivo é chamado de o "Santo das Irmãs".

Fonte: http://www.bethania.com.br/

Postado por : Yuri Guedes

6 de junho de 2011

Dia 06 de Junho de 2011 dia de:

São Marcelino Champagnat


Marcelino José Benedito Champagnat nasceu na aldeia de Marlhes, próxima de Lion França, no dia 20 de maio de 1789, nono filho de uma família de camponeses pobres e muito religiosos. O pai era um agricultor com instrução acima da média, atuante e respeitado na pequena comunidade. A mãe, além de ajudar o marido vendendo o que produziam, cuidava da casa e da educação dos filhos, auxiliada pela cunhada, que desistira do convento. A família era muito devota de Maria, despertando nos filhos o amor profundo à Mãe de Deus.
Na infância, logo que ingressou na escola, Marcelino sofreu um grande trauma quando o professor castigou um dos seus companheiros. Ele preferiu não freqüentar os estudos e foi trabalhar na lavoura com o pai. E assim o fez até os quatorze anos de idade, quando o pároco o alertou para sua vocação religiosa.
Apesar de sua condição econômica e o seu baixo grau de escolaridade, foi admitido no seminário de Verrièrres. Porém, a partir daí, dedicou-se aos estudos enfrentando muitas dificuldades. Aos vinte e sete anos, em 1816, recebeu o diploma e foi ordenado sacerdote no seminário de Lion.
Talvez por influência da sua dura infância, mas movido pelo Espírito Santo, acabou se dedicando aos problemas e à situação de abandono por que passavam os jovens de sua época, no campo da religião e dos estudos. Marcelino rezou e meditou em busca de uma resposta a esses problemas que antecederam e anunciavam a Revolução Francesa.
Numa visita a um rapaz doente, descobriu que este, além de analfabeto, nada sabia sobre Deus e sobre religião. Sua alma estava angustiada com tantas vidas sem sentido e sem guia vagando sem rumo. Foi então que liderou um grupo de jovens para a educação da juventude. Nascia, então, a futura Congregação dos Irmãos Maristas, também chamada de Família Marista, uma Ordem Terceira que leva o nome de Maria e sua proteção.
Sua obra tomou tanto vulto que Marcelino acabou por desligar-se de suas atividades paroquiais, para dedicar-se, completamente, a essa missão apostólica. Determinou que os membros da Congregação não deveriam ser sacerdotes, mas simples irmãos leigos, a fim de assumirem a missão de catequizar e alfabetizar as crianças, jovens e adultos, nas escolas paroquiais.
Ainda vivo, Marcelino teve a graça de ver sua Família Marista crescendo, dando frutos e sendo bem aceita em todos os países aonde chegaram. Ainda hoje, temos como referência a criteriosa e moderna educação marista presente nas melhores escolas do mundo.
Marcelino Champagnat morreu aos cinqüenta e um anos, em 6 de junho de 1840. Foi beatificado em 1955 e proclamado santo pelo papa João Paulo II em 1999. Ele é considerado o "Santo da Escola" e um grande precursor dos modernos métodos pedagógicos, que excluem todo tipo de castigo no educando.

Fonte: http://www.bethania.com.br/

Postado por : Yuri Guedes

3 de junho de 2011

Dia 03 de Junho de 2011 dia de:

Santos Carlos Lwanga e companheiros


O povo africano talvez tenha sido o último a receber a evangelização cristã, mas já possui seus mártires homenageados na história da Igreja Católica. O continente só foi aberto aos europeus depois da metade do século XIX. Antes disso, as relações entre as culturas davam-se de forma violenta, principalmente por meio do comércio de escravos. Portanto, não é de estranhar que os primeiros missionários encontrassem, ali, enorme oposição, que lhes custava, muitas vezes, as próprias vidas.

A pregação começou por Uganda, em 1879, onde conseguiu chegar a "Padres Brancos", congregação fundada pelo cardeal Lavigérie. Posteriormente, somaram-se a eles os padres combonianos. A maior dificuldade era mostrar a diferença entre missionários e colonizadores. Aos poucos, com paciência, muitos nativos africanos foram catequizados, até mesmo pajens da corte do rei. Isso lhes causou a morte, quase sete anos depois de iniciados os trabalhos missionários, quando um novo rei assumiu o trono em 1886.

O rei Muanga decidiu acabar com a presença cristã em Uganda. Um pajem de dezessete anos chamado Dionísio foi apanhado pelo rei ensinando religião. De próprio punho Muanga atravessou seu peito com uma lança, deixou-o agonizando por toda uma noite e só permitiu sua decapitação na manhã seguinte. Usou o exemplo para avisar que mandaria matar todos os que rezavam, isto é, os cristãos.

Compreendendo a gravidade da situação, o chefe dos pajens, Carlos Lwanga, reuniu todos eles e fez com que rezassem juntos, batizou os que ainda não haviam recebido o batismo e prepararam-se para um final trágico. Nenhum desses jovens, cuja idade não passava de vinte anos, alguns com até treze anos de idade, arredou pé de suas convicções e foram todos encarcerados na prisão em Namugongo, a setenta quilômetros da capital, Kampala. No dia seguinte, os vinte e dois foram condenados à morte e cruelmente executados.

Era o dia 3 de junho de 1886, e para tentar não fazer tantos mártires, que poderiam atrair mais conversões, o rei mandou que Carlos Lwanga morresse primeiro, queimado vivo, dando a chance de que os demais evitassem a morte renegando sua fé. De nada adiantou e os demais cristãos também foram mortos, sob torturas brutais, com alguns sendo queimados vivos.

Os vinte e dois mártires de Uganda foram beatificados em 1920. Carlos Lwanga foi declarado "Padroeiro da Juventude Africana" em 1934. Trinta anos depois, o papa Paulo VI canonizou esse grupo de mártires. O mesmo pontífice, em 1969, consagrou o altar do grandioso santuário construído no local onde fora a prisão em Namugongo, na qual os vinte e um pagens, dirigidos por Carlos Lwanga, rezavam aguardando a hora de testemunhar a fé em Cristo.


Mensagem do dia:

Lançando fora o temor 

03/06/2011
A finalidade da Quaresma não é só expiação para satisfazer a justiça divina; é, sobretudo, uma preparação para nos alegrarmos em seu amor. E essa preparação consiste em receber o dom de sua misericórdia — dom que recebemos na medida em que lhe abrimos nosso coração, lançando fora o que não pode permanecer juntamente com a misericórdia.
Ora, uma das primeiras coisas que devemos lançar fora é o temor. O temor estreita ainda mais a pequena entrada de nosso coração, diminui nossa capacidade de amar. Resfria nossa capacidade de nos darmos. Se estivéssemos aterrorizados diante de Deus como diante de um juiz inexorável, não esperaríamos confiantes, sua misericórdia, nem nos aproximaríamos dele confiantemente, na oração. Nossa paz, nossa alegria, na Quaresma, são uma garantia da graça.

Fonte : http://www.bethania.com.br/

Postado por : Yuri Guedes